Tudo bem: Levemos em conta que estamos em ano eleitoral e que as notícias da área econômica nem sempre são resultado de conquistas políticas. Mesmo assim, os atuais números brasileiros são otimistas. Nosso Produto Interno Bruto (PIB), a soma da renda brasileira no ano de 2022, tem uma projeção de aumento de 1,5% para 2%. O seja, vamos crescer mais que o esperado.  Também otimistas são os números da inflação, que deverão cair de forma contundente no ano que vem. Aliás, esta tendência já está bastante clara no mercado interno.

Projeções econômicas são previsões com base em números atuais. Ou seja, tudo pode mudar, para melhor ou para pior. A economia não é uma ciência exata. No entanto, é possível enxergar não uma luz, mas um holofote no final do túnel desta crise inflacionária que, lembremos aqui, é mundial e não só brasileira e que já quebrou nossa vizinha argentina. 

Com isso nosso crescimento vai ficar próximo do chinês: 2,5% em 2023. Bom não? Pra todos os setores, inclusive para o agro, a se confirmarem estes prognósticos superpositivos.  Com este crescimento e com uma inflação de volta à um dígito anual (chegará no máximo a 8% ao  ano em 2023), já se pode projetar um aumento de consumo interno e uma acomodação de preços de insumos e outros implementos agrícolas.

A nova avaliação do PIB tem por base o desempenho considerado surpreendente nas atividades econômicas, aqui novamente alavancadas pelo agronegócio. Também demos emprego para mais gente em 2022: quase 10 milhões de desempregados encontraram profissão com carteira assinada – mais gente produzindo, mais gente comprando.

O Brasil é um país emergente e seu grau de risco foi considerado satisfatório, tendo em vista a estimativa do PIB. Os juros e a guerra do leste europeu, até aqui, afetaram pouco nossa economia, e mais a outros concorrentes diretos ao mercado exportador, principalmente de grãos, mais próximos de Putin e da Ucrânia em guerra. Os Estados Unidos de Joe Biden estão vivendo números econômicos catastróficos e a Europa não consegue deixar de depender da Rússia. A China continua sendo a China e o Brasil navega de novo em mares calmos na economia, com  evidentes estímulos para a agropecuária.

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fonte: https://www.canalrural.com.br/noticias/economia/governo-preve-estimativa-para-o-pib-de-15-para-2/

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